


Cara, não adianta.
Nem sei se realmente lêem esse blog, mas, se sim, devem ter percebido a enchurrada que Caio faz na minha vida. Outros diriam: "será que estão enjoados?", Mas nós, sensíveis leitores que somos sabemos que Caio é um fonte eternamente renovavel.
Caio tem um novo dizer para cada nova fase de sua vida, Caio morreu em valores mundamos, mas é soberano nas suas palavras.
Sentimento estranho por alguém que nunca vi. Sentimento por alguém que me acompanha em cada nova peça de meu Devir!
“Em luta, meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja consistência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é ainda fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver.”- Caio Fernando Abreu in: Inventário do Ir-Remediável -
“Em luta, meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja consistência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é ainda fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver.”
- Caio Fernando Abreu
“Atrás das janelas, retomo esse momento de mel e sangue que Deus colocou tão rápido, e com tanta delicadeza, frente aos meus olhos há tempo incapazes de ver uma possibilidade de amor. Curvo a cabeça, agradecido. E se estendo a mão, no meio da poeira de dentro de mim, posso tocar também em outra coisa. Essa pequena epifania. Com corpo e face. Que recomponho devagar, traço a traço, quando estou só e tenho medo. Sorrio, então. E quase paro de sentir fome”
- Caio Fernando Abreu
“Quero ser eu mesmo. Será difícil? Com tudo de mau que isso possa trazer. (…) É preciso agora concretizar a idéia: tirá-la dos limites do pensamento, arrancá-la apenas do papel e torná-la um pedaço de mim, decisão cravada no corpo”
- Caio Fernando Abreu
Essa merecia dedicatória:
“Pra ele, me guardo. Ria de mim, mas estou aqui parada, bêbada, pateta e ridícula, só porque no meio desse lixo todo procuro o verdadeiro amor. Cuidado, comigo: um dia encontro”
- Caio Fernando Abreu
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