"Quando você disser que longe é um lugar que não existe, se lembre também de me dizer onde é que você vai estar"
"Eu tenho o mundo inteiro pra salvar e pensar em você é Kriptonita"
E ele que se dizia um super homem, faz-se impossível não ser lembrado como a minha kriptonita.
Meu mundo foi salvo por pouco!
Piada interna.
terça-feira, 26 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Pequenas epifanias

Sabe, ontem ouvi alguém dizer que, às vezes, para atingirmos um equilíbrio, temos de ir de um extremo a outro.
This is it!
Estou nessa transição extremista agora.
Não é tão ruim quanto parece.
Por isso a epifania.
Tudo na vida acontece por um motivo, tudo.
Sei que se você estiver em situação difícil agora de nada vai adiantar lhe dizer isso, mas, como diria Caio, "e substituímos expressões pesadas como 'não resistirei' por outras mais mansas, como 'sei que vai passar'". E vai, pode demorar, pode doer, mas vai passar.
Há quem diga que o homem possui uma 'tendência auto-reguladora'. Que em todas as situaçãoe, algo inato nos conduz à regularidade...Quase um poder de cura, tipo a do Wolverine, mas só que psíquica. Ainda não tenho argumenos suficientes pra formar uma opinião sobre, mas a questão do equilíbrio é verdade.
Sabe, tudo acontece por algum motivo. Não por uma questão divina, talvez até sim, também não sei bem o que penso sobre Deus agora, mas é muito confortador você se ver diante de uma situação difícil e ter precedentes...
É confortador.
Sabe, conforto é tudo que preciso agora.
O grande problema é que, pra variar, eu continuo esperando que esse conforto venha de fora, quando já bem sei que ele deve vir de mim mesma...
E essa acaba por ser mais umas das coisas que têm de ser para um aprendizado posteror...
Tenho tanto a aprender sobre pessoas, sobre vínculos, sobre aproximar o eu de mim e afastar o eu da gente.
No fim, tudo é aprendizado.
Sabe, sempre o começo é pior que o fim...pelo próprio fim de um começo.
É sempre bom ter momentos como esses.
Momentos nos quais você percebe que nada foi em vão e que, por pior que pareça, você esta mais preparada para o que há DE VIR.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Essencialmente...



Cara, não adianta.
Nem sei se realmente lêem esse blog, mas, se sim, devem ter percebido a enchurrada que Caio faz na minha vida. Outros diriam: "será que estão enjoados?", Mas nós, sensíveis leitores que somos sabemos que Caio é um fonte eternamente renovavel.
Caio tem um novo dizer para cada nova fase de sua vida, Caio morreu em valores mundamos, mas é soberano nas suas palavras.
Sentimento estranho por alguém que nunca vi. Sentimento por alguém que me acompanha em cada nova peça de meu Devir!
“Em luta, meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja consistência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é ainda fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver.”- Caio Fernando Abreu in: Inventário do Ir-Remediável -
“Em luta, meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja consistência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é ainda fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver.”
- Caio Fernando Abreu
“Atrás das janelas, retomo esse momento de mel e sangue que Deus colocou tão rápido, e com tanta delicadeza, frente aos meus olhos há tempo incapazes de ver uma possibilidade de amor. Curvo a cabeça, agradecido. E se estendo a mão, no meio da poeira de dentro de mim, posso tocar também em outra coisa. Essa pequena epifania. Com corpo e face. Que recomponho devagar, traço a traço, quando estou só e tenho medo. Sorrio, então. E quase paro de sentir fome”
- Caio Fernando Abreu
“Quero ser eu mesmo. Será difícil? Com tudo de mau que isso possa trazer. (…) É preciso agora concretizar a idéia: tirá-la dos limites do pensamento, arrancá-la apenas do papel e torná-la um pedaço de mim, decisão cravada no corpo”
- Caio Fernando Abreu
Essa merecia dedicatória:
“Pra ele, me guardo. Ria de mim, mas estou aqui parada, bêbada, pateta e ridícula, só porque no meio desse lixo todo procuro o verdadeiro amor. Cuidado, comigo: um dia encontro”
- Caio Fernando Abreu
sábado, 2 de abril de 2011
E disse que não era bem assim, não necessariamente o fim...
Hoje, nas poucas vezes que me distrái meu pensamento foi pousar em territórios alheios. E, confesso, foram alguns instantes de prazer. Aos poucos a raiva vai passando e tudo o que fica são as lembranças de, talvez, o ser que mais consegui deixar chegar perto.
Coincidentemente, lendo "A dor de amar", dou-me conta de que esse ser "amado" do qual me recordo é totalmente fruto da minha fantasia. J.-D.Nasio coloca o ser amado como um misto do real, o que é, e da fantasia, todas as imagens e representações que imprimo nele.
Em suma, aos poucos tudo vai ficando muito mais complicado porque as impressões do real vão se esfacelando na minha mente e ela cria e recria em cima da fantasia livremente, sem as rédeas da realidade...
Complicado.
"O corpo vivo do eleito, seu corpo de carne e osso, me é indispensável porque sem essa base substrato da minha vida fantasia desabaria e o sistema inconsciente perderia o sei centro de gravidade. Ocorreria então uma imensa desordem pulsional, acarretando infelicidade e dor."
Coincidentemente, lendo "A dor de amar", dou-me conta de que esse ser "amado" do qual me recordo é totalmente fruto da minha fantasia. J.-D.Nasio coloca o ser amado como um misto do real, o que é, e da fantasia, todas as imagens e representações que imprimo nele.
Em suma, aos poucos tudo vai ficando muito mais complicado porque as impressões do real vão se esfacelando na minha mente e ela cria e recria em cima da fantasia livremente, sem as rédeas da realidade...
Complicado.
"O corpo vivo do eleito, seu corpo de carne e osso, me é indispensável porque sem essa base substrato da minha vida fantasia desabaria e o sistema inconsciente perderia o sei centro de gravidade. Ocorreria então uma imensa desordem pulsional, acarretando infelicidade e dor."
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Final Mais que Alternativo...e definitivo.
Lá as ruas serão de paradoxos e todos os homens terão de andar a pé...
No céu brilhará a mudanças, mas antes de ver a luz do sol, todos terão de aprender a lhe dar com ela.
Na minha terra vai ser assim...Nada destonado, nenhum tom desafinado.
As paredes serão feitas de lembranças boas para que nos momentos ruins ninguém nem nada de bom seja esquecido.
A surpresa será fundamental...
Todos aprenderão como fazer um bom café da manhã para que depois de uma temporada de folhas caídas venham as flores...
Todos, absolutamente todos, terão um lindo sorriso e essa será a base de toda a comunicação...
Os ensinamentos serão feitos por metáforas para que, desde sempre, aprendamos que muito do que parece ser não é...
Antíteses serão permitidas, poeticamente ou não, já que a cabeça humana é essa confusão.
Lá, com o passar do tempo, eu e a mnha cabeça entraremos em trégua e perceberemos que apenas assim poderemos seguir em frente.
Essa Terra eu só encontrarei depois de atravessar uma verdadeira Amazônia, mas durante esse percurso confuso e massante, só depois dele, eu estarei preparada para viver em um mundo em que meus movimentos não serão controlados e que o próximo passo sempre fuja do meu controle.
Lá as palavras nunca serão esquecidas a fim de que não haja confusão por usarmos a palavra errada.
Palavra será como o sol que ilumina e o ar que se respira.
Todos concordarão que ela é tão essencial quanto qualquer outro mecanismo que nos permite viver.
A palavra cura.
A música acalma.
Até lá os homens já terão aprendido a viver sob sua própria repressão, liberando a externa. Aí, depois de séculos impera o principio de prazer.
Lá estão todos os grandes mestres...
Num fim de tarde tem uma roda de samba, com bolinhos de chuva, Noel e Vinícius botando a conversa em dia sob o som de um samba qualquer...
Elis espia quetinha, mas quando o tom sobe ela entra como de surpresa e com aquele sorriso dá as boas vindas a lua que aparece silenciosamente lá no céu.
Ah, a Lua desse lugar...
Amarela e gordíssima lá no alto...
vem aos poucos com uma clarineta chorando ao fundo...
Ah essa lua, é a lua dos amantes, também como aqui, mas lá a Lua foi domada por Caio Fernando Abreu!
Ah, essa lua...
Nunca sem seu dragão, o amor de sua vida...
A lua e o dragão são o maior exemplo de que o amor não é um mar de rosas nem uma coroa de espinhos, mas é ai que entra mestre Caio, que os ajudou a a poetisar os dias bons e ruins, assim fica tudo mais leve...
E é sob a luz dessa lua que no meu repertório de distrações eu o encontrarei...
Alguém que passou pela mesma peleja que eu, a diferença é que ele sempre se destraia.
Começaremos conversando sobre Leminski, sobre como aquele louco conseguia sintetisar coisas grandes e confusas em simples poetrix.
Falaremos sobre antigos medos e, sem perceber eu já estarei apaixonada.
Como boa aluna daquela Lua que me ilumina, poetizarei esse amor inicialmente platônico até que sob o som de minhas palavras cantadas em melodias ele me redescobrirá como aquela que irá afagar-lhe os cabelos todos os dias.
Mas como um bom romance nenhum dos dois terá certeza de nada ainda...
E eu...Bem, eu estarei sobre as rédeas de Caio...Tudo combinado.
Durante toda essa agonia ele apenas estará me ensinando a conviver com o desconhecido..
Me ensinando que eu não posso ter certeza da solidez do chão antes de todos os passos, e com suas belas palavras me convencerá a me jogar de onde já caí sem saber se será diferente, porque no fim...
"Não se afobe não que nada é pra já, o amor não tem pressa, ele pode esperar em silêncio."
E depois, eu, exímia defensora da clareza das palavras, estarei encantada por aquele silêncio entre dois que depois de penetrar a alam será quebrado por um beijo.
Ao som de Chico assuviando "Futuros amantes".
No céu brilhará a mudanças, mas antes de ver a luz do sol, todos terão de aprender a lhe dar com ela.
Na minha terra vai ser assim...Nada destonado, nenhum tom desafinado.
As paredes serão feitas de lembranças boas para que nos momentos ruins ninguém nem nada de bom seja esquecido.
A surpresa será fundamental...
Todos aprenderão como fazer um bom café da manhã para que depois de uma temporada de folhas caídas venham as flores...
Todos, absolutamente todos, terão um lindo sorriso e essa será a base de toda a comunicação...
Os ensinamentos serão feitos por metáforas para que, desde sempre, aprendamos que muito do que parece ser não é...
Antíteses serão permitidas, poeticamente ou não, já que a cabeça humana é essa confusão.
Lá, com o passar do tempo, eu e a mnha cabeça entraremos em trégua e perceberemos que apenas assim poderemos seguir em frente.
Essa Terra eu só encontrarei depois de atravessar uma verdadeira Amazônia, mas durante esse percurso confuso e massante, só depois dele, eu estarei preparada para viver em um mundo em que meus movimentos não serão controlados e que o próximo passo sempre fuja do meu controle.
Lá as palavras nunca serão esquecidas a fim de que não haja confusão por usarmos a palavra errada.
Palavra será como o sol que ilumina e o ar que se respira.
Todos concordarão que ela é tão essencial quanto qualquer outro mecanismo que nos permite viver.
A palavra cura.
A música acalma.
Até lá os homens já terão aprendido a viver sob sua própria repressão, liberando a externa. Aí, depois de séculos impera o principio de prazer.
Lá estão todos os grandes mestres...
Num fim de tarde tem uma roda de samba, com bolinhos de chuva, Noel e Vinícius botando a conversa em dia sob o som de um samba qualquer...
Elis espia quetinha, mas quando o tom sobe ela entra como de surpresa e com aquele sorriso dá as boas vindas a lua que aparece silenciosamente lá no céu.
Ah, a Lua desse lugar...
Amarela e gordíssima lá no alto...
vem aos poucos com uma clarineta chorando ao fundo...
Ah essa lua, é a lua dos amantes, também como aqui, mas lá a Lua foi domada por Caio Fernando Abreu!
Ah, essa lua...
Nunca sem seu dragão, o amor de sua vida...
A lua e o dragão são o maior exemplo de que o amor não é um mar de rosas nem uma coroa de espinhos, mas é ai que entra mestre Caio, que os ajudou a a poetisar os dias bons e ruins, assim fica tudo mais leve...
E é sob a luz dessa lua que no meu repertório de distrações eu o encontrarei...
Alguém que passou pela mesma peleja que eu, a diferença é que ele sempre se destraia.
Começaremos conversando sobre Leminski, sobre como aquele louco conseguia sintetisar coisas grandes e confusas em simples poetrix.
Falaremos sobre antigos medos e, sem perceber eu já estarei apaixonada.
Como boa aluna daquela Lua que me ilumina, poetizarei esse amor inicialmente platônico até que sob o som de minhas palavras cantadas em melodias ele me redescobrirá como aquela que irá afagar-lhe os cabelos todos os dias.
Mas como um bom romance nenhum dos dois terá certeza de nada ainda...
E eu...Bem, eu estarei sobre as rédeas de Caio...Tudo combinado.
Durante toda essa agonia ele apenas estará me ensinando a conviver com o desconhecido..
Me ensinando que eu não posso ter certeza da solidez do chão antes de todos os passos, e com suas belas palavras me convencerá a me jogar de onde já caí sem saber se será diferente, porque no fim...
"Não se afobe não que nada é pra já, o amor não tem pressa, ele pode esperar em silêncio."
E depois, eu, exímia defensora da clareza das palavras, estarei encantada por aquele silêncio entre dois que depois de penetrar a alam será quebrado por um beijo.
Ao som de Chico assuviando "Futuros amantes".
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