terça-feira, 29 de maio de 2012

Jeff Buckley - We all fall in love sometimes

Something happened it's so strange this feeling
Naive notions that were childish
Simple tunes that tried to hide it
But when it comes
We all fall in love sometimes





Por isso, nunca mais me beije.

domingo, 27 de maio de 2012

Uma música poderosa desenrola-se, e você pode contribuir 
com um verso.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Quer saber se alguma coisa vale à pena?
Tente imaginar a sua vida sem ela!

terça-feira, 22 de maio de 2012

pontuação

No fundo toda mulher tem vontade de não ligar pra nada e fazer tudo.
No fundo toda mulher tem vontade de não ligar pra nada.
No fundo toda mulher tem vontade.
fundo, mulher!



VAZIO

AGUDO

ANDO

MEIO

CHEIO

DE

TUDO

!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Eu quase nunca morri

Eu quase nunca esperei por você
Eu quase nunca lembrei sem saber o porquê
Eu quase nunca fantasiei em vão
Eu quase nunca quis que tudo não fosse
Eu quase nunca me vi num turbilhão
Eu quase nunca fiz rimas pobres
É só quando se trata se paixão.
É que eu costumo ignorar sentimentos nobres...
Eu quase nunca me entreguei desse jeito...
Talvez, porque quase nunca eu não achasse defeito.
Eu quase num me vi subvertida
É quase uma aventura...
Mas, o que mesmo é a vida?
Eu quase nunca vejo o mesmo filme
Ou ouço o mesmo CD,
E porque logo tinha que repetir você?
E se não podemos estar juntos,
Eu quase nunca desejei o contrário.
Eu quase nunca sei o que dizer
(Principalmente quando se trata de você)
Tempo é insuficiente, você insistente e esse amor? Indecente!.
Tudo o que eu nunca procurei encontrei em ti.
Eu quase nunca morri
De amor por você.

Mariana Aydar - Palavras Não Falam

segunda-feira, 14 de maio de 2012

como chegar?

"Pela geografia, aprendi que há, no mundo, um lugar, onde um jovem como eu 

pode amar e ser feliz. Procurei passagem: 

avião, navio... Não havia linha praquele país."

Psicologia é...

no final você passa 5 anos estudando 1001 maneiras diferentes de dizer  

"isso passa"

domingo, 13 de maio de 2012

Intermitente

Eu sei que vai muito do ponto de vista, mas eu não consigo estabelecer uma linha de continuidade nas coisas da minha vida. Nem remexendo as gavetas da memória, nem esboçando planos pro futuro. É como se sempre que eu chegasse perto houvesse uma cisão. Uma cisão implacável. E isso eu coloco em vários campos da minha vida, com coisas e pessoas. Consigo lembrar de muitas pessoas que por vezes eu pensei serem parte de mim e que simplesmente secaram, como um rio que seca no verão, mas depois não volta no inverno porque alguma coisa mudou na estrutura no ambiente. Na mesma linha seguem a maioria das minhas ideias... Lembro de como eu via o mundo. Desse mundo não resta mais nem a sombra.
Desde que eu entrei na faculdade que a minha linha de raciocínio acerca do homem vem se estruturando exatamente nessa perspectiva de metamorfose em que se baseia o devir. Isso fica claro pra mim em tudo o que eu penso, observo, enfim, até no nome do blog. Aliás, em um paradoxo daqueles geniais eu penso em tatuar a palavra devir. Uma palavra que vai se eternizar no meu corpo significa exatamente a "aeternização", a mutabilidade, a inconstância.
Bem, eu comecei a escrever isso porque, apesar de compreender a lógica desse dinamismo todo a que estamos presos por sermos seres de linguagem, isso tudo tá me irritando. Provavelmente seja o contexto de recentes percas, mas eu simplesmente tô vendo tudo escorregar pelos espaços entre os meus dedos como um líquido qualquer que eu sinto, vejo, mas não tenho a estrutura impermeável pra represar. É legal ser rio, mas às vezes eu queria ser represa. Poder ver um ciclo inteiro da água, criar vínculo com o que quer que seja. Essa volatilidade toda tá me deixando vazia e, quanto mais eu procuro ao redor por coisas sólidas, mais eu vejo o vazio.