e saíra daquele recinto juntando o pouco de dignidade que lhe restara.
não olhou para trás. andou um quarteirão e sentou no banco da praça.
ali...nada. não era nada, apenas o pouco que juntara ao sair.
pensou: " como?". reavaliou.vista turva. sensação estranha.
pedaços vinham na memória. lembrou que às vezes a memória 'falha'
tinha alguma coisa a ver com adrenalina. flashes.
aquele rosto. Porque? Como alguém podia ser daquele jeito?
levantou do banco.
perdera algo duramente conseguido: a capacidade de confiar.
e foi apenas isso que pediu de volta.
just like ever
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