
Quem já assistiu a esse filme saberá do que eu estou falando, quem não o fez (assista, vale à pena) também entenderá.
Quero começar pela cena que mais me chamou atenção:
quando eles estão na cama e ela diz algo parecido com:
"Vamos falar de uma menina que desde os dez anos foi ensinada a ter medo do sol, que ele era seu inimigo. Um dia o sol a convida para brincar do lado de fora.
Ela diz que não.
O sol não pode vicar chateado com ela, pode??"
Assim como em tudo em que a cultura repousa
Um sentimento, uma ideia, um plano,
a noção de subjetividade é ignorada e
as dores passadas interferem nas dores futuras.
Uma dor anterior adestra uma dor potencial que acaba por frustrar-se.
Bom ou ruim?
Seria mesmo uma dor,
ou as defesas alheias imperaram sobre você desnecessariamente?
Sempre haverá a dúvida.
A menos que...
Você deixe o sol entrar e constate por si mesma.
Sempre haverá o risco.
Nem sempre a satisfação,
mas nem sempre a frustração.
Enjoy!
"Sempre haverá o risco.
ResponderExcluirNem sempre a satisfação,
mas nem sempre a frustração."
^^
ai, baby...
e ai??
ResponderExcluirComéquefica?