Começou por bem, continua por mal, vai terminar por nada.
Era loucura, depois desmesura, agora...
gastura.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
O futuro do pretérito é um tempo que não nos cabe mais...
O futuro do pretérito é um tempo verbal que nos prende no tempo.
E passado é passado pelos motivos certos, não te cabe mais. Não me cabe mais. Não nos cabe mais.
Essas são as articulações do mundo das ideias.
No mundo real: toda vez que te vejo lamento por só poder molhar os pés num rio em que as correntezas já me arrastaram.
Só quero correr pros teus braços, encostar minha cabeça no teu peito e esperar que me afagues os cabelos.
No mundo real: toda vez que te vejo lamento por só poder molhar os pés num rio em que as correntezas já me arrastaram.
Só quero correr pros teus braços, encostar minha cabeça no teu peito e esperar que me afagues os cabelos.
Mantemos distâncias.
P.S.: Tenho medo de nunca mais encontrar alguém que me passe a ilusão de segurança que tu me davas.
O (meu) mundo está confuso e caótico.
Perdi o eixo.
Quase dois anos.
Quase dois anos.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
sobre evaporar
Estou ao lado do aquário.
E lhes digo que são esses os sons que ouço nesse momento:
O borbulhar da água que faz o respira(dor),
A moção dos ventos que faz o ventila(dor)
E o barulho dos dedos pelo digita(dor).
Seriam esses os sons das dores da madrugada?
Os sons de que lhes falei estão todos em harmonia.
Parece que o silêncio os rege, e assim faz música: som e silêncio.
As borbulhas precipitam depois do esperado.
A vagarosa e vazia vida do aquário.
Sempre a mesma coisa: artificial.
Podia ser mar, mas é aquário.
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